CPC representa o custo médio de cada visita gerada pela publicidade. Um valor menor pode parecer melhor, mas não garante eficiência: tráfego barato que não compra pode custar mais por venda do que tráfego mais caro e qualificado.
Leia CPC como parte de uma cadeia
Divida o investimento pelo número de cliques para obter o CPC médio. Depois observe quantos desses cliques são necessários para gerar uma venda. Essa relação aproxima o custo publicitário por pedido e permite confrontá-lo com a margem disponível.
CPC e conversão precisam ser avaliados juntos
Uma conversão forte pode suportar CPC maior. Quando a conversão deteriora, até um clique aparentemente barato pode deixar a campanha antieconômica. Por isso, investigue a oferta antes de concluir que o problema é apenas o custo do tráfego.
Conecte com CTR, ACOS e ROAS
CTR ajuda a medir atratividade das impressões. ACOS relaciona investimento publicitário à receita atribuída e ROAS mostra receita por unidade investida. Nenhuma dessas métricas substitui a margem: o limite aceitável depende da economia real do produto.
Sinais para revisar a página do produto
- Volume de cliques cresce, mas pedidos não acompanham.
- Conversão cai enquanto preço ou frete perdem competitividade.
- ACOS ultrapassa o limite definido pela margem.
- A capa conquista clique, mas a galeria não remove objeções.
- Informações técnicas estão incompletas ou inconsistentes.
Evite otimização por uma única métrica
Reduzir CPC sem preservar qualidade do tráfego pode piorar vendas. A decisão deve considerar eficiência econômica do funil completo: impressão, clique, pedido, receita e margem após publicidade.
Para ampliar a análise, leia ROAS e ACOS no Mercado Livre e CTR no Mercado Livre.
Antes de escalar mídia, revise a oferta
Use o Seller Score para identificar gargalos que podem desperdiçar tráfego pago.
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